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Greve de caminhoneiros não se confirma, mas categoria ainda pode parar

A greve de caminhoneiros, convocada para esta segunda-feira, não se confirmou. Até as 9h30min da manhã não havia registros de paralisação em nenhuma estrada do Brasil. Mas a categoria está em alerta e o risco de paralisação ainda existe. As informações são do Estradão, do jornal O Estado de São Paulo.
A possibilidade de nova greve de caminhoneiros, no entanto, não está descartada. Duas medidas poderão determinar se haverá greve ou não em breve. A primeira será conhecida amanhã, que é a publicação, no Diário Oficial da União (DOU), da resolução que determina o cumprimento das regras de emissão da CIOT pelas transportadoras.

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CIOT é a sigla de Código Identificador da Operação de Transporte. O documento serve para regulamentar o pagamento do valor do frete ao caminhoneiro. “A empresa que contratar frete abaixo da tabela ficará sujeita a multa de até R$ 5 mil”, afirma Wallace Costa Landim, o Chorão, conhecido por ter sido um dos líderes da greve de 2018.
O movimento dos caminhoneiros, porém, está completamente dividido em relação a uma nova greve. O caminhoneiro Wallace Landim, o “Chorão”, que tem representado os pleitos dos caminhoneiros na interlocução com o governo, disse ao jornal O Estado de S. Paulo que a classe está sendo alvo de interesses políticos e que os principais pedidos dos trabalhadores já estão com data para que sejam atendidos.

Para aplacar a greve, o governo cedeu e instituiu uma tabela mínima de preços para o transporte. A indústria, no entanto, critica até hoje o mecanismo e diz que este tem prejudicado os negócios.
“Se não tivermos nossos pedidos atendidos, serei o primeiro a ir para a rua e puxar as mobilizações. Mas não estamos nesse momento. É preciso olhar as coisas com seriedade e não entrar em movimentos que nunca representaram os caminhoneiros”, disse Chorão.

Fonte/Correio do Povo.

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